terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Um 'Plano Marshal' tropical

Assim como em Cuba (leia postagem abaixo), no Haiti o Brasil aproveitando a legimidade de conduzir a Minustah, agora propõe que chegou a hora de a ONU investir para reconstruir a infra-estrutura do país, cuidar dos 500 mil haitianos em situação de insegurança alimentar e capacitar as políticas para a reconstrução institucional. E tudo indica que, quem estará à frente disso, será o nosso país, que além de liderar a missão das Nações Unidas com êxito e sem "imperialites" tem bancos de fomento capitalizados para investir, know how em combate à fome e redução da pobreza e uma democracia sólida e aberta para compartilhar como experiência.
Na América Latina, estamos de fato implementando uma espécie de "Plano Marshal", só que pautado pela integração simétrica, solidária, portadora de uma nova relação com os vizinhos menos desenvolvidos, a partir de nossa condição de "China Tropical", que "leva" o continente com seu exemplo.