terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O trem da juventude é veloz: mais agilidade na efetivação da política pública - Por Gabriel Souza

É verdade que toda a política pública demanda agilidade na sua efetivação, até porque elas foram, ou deveriam ter sido, formuladas pelo governo para enfrentar alguma problemática demandada pela sociedade. Mas, no recorte etário juvenil, por se tratar de uma fase em que se vive “uma vida em um ano” (me refiro a série de transformações e experimentações as quais a pessoa está exposta entre os 15 e 29 anos), evidentemente o tempo ao qual a política fará –ou não – o impacto necessário na vida dos beneficiados é algo de importância central.
Pense o seguinte: se em um governo, quatro anos, o resultado for inexistente ou pífio, quantos jovens deixaremos de contribuir para a formação de sua cidadania plena? Milhões certamente.
Ou seja, velocidade e agilidade na política pública de juventude também é um ponto estruturante para o sucesso da mesma.
Encerro aqui reafirmando: muito construímos e muito temos ainda a construir. Não será fácil, todos sabemos, mas é necessário estabelecermos algumas premissas básicas do “como fazer” a política para que ela venha a apresentar resultados positivos, caso contrário assistiremos um lamentável período de retrocesso da pauta, o que, convenhamos, não fará bem a ninguém.